Compare as maiores operadoras de plano de saúde

Nota da ANS Detalhes
8,12

Índice de solução no Reclame Aqui
77%
Número de clientes
2.118.864

Saiba mais
8,9

Índice de solução no Reclame Aqui
77,40%
Número de clientes
5.754.714

Saiba mais
7,58

Índice de solução no Reclame Aqui
90%
Número de clientes
3.080.240

Saiba mais
6,8

Índice de solução no Reclame Aqui
87,50%
Número de clientes
3.816.163

Saiba mais
6,55

Índice de solução no Reclame Aqui
63%
Número de clientes
1.571.672

Saiba mais
O que você precisa saber na hora de contratar um plano de saúde? Será que é o preço? Ou a cobertura de clínicas e hospitais? O plano deve ter coparticipação? Sim, todas essas respostas são importantes, mas existe um ponto que dever ser o primeiro dessa lista: a escolha da operadora.

A operadora é a empresa que vende os planos e que fará o atendimento ao cliente caso você tenha alguma dúvida ou precise resolver um imprevisto. Normalmente, as maiores empresas oferecem mais planos e têm uma rede de atendimento maior.

Quais são os tipo de plano de saúde


Você vai encontrar cinco possibilidades de cobertura. Sempre olhe na proposta da seguradora quais planos correspondem a quais valores apresentados. Conheça as opções:

- Ambulatorial;
- Hospitalar (com ou sem obstetrícia);
- Referência;
- Odontológico.

Essa classificação define os serviços aos quais você tem direito, como consultas, exames e tratamentos, além de acomodação e internação. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) garante um atendimento mínimo conforme o tipo do seu plano.

O que saber antes de escolher o plano de saúde ideal


Confira abaixo tudo o que você precisa saber para contratar o plano de saúde ideal.

1. Confirme a seriedade da operadora


Quando fizer as cotações, consulte se a empresa que faz a venda é confiável. Basta saber o registro que ela tem na ANS, o nome e o CNPJ

2. Pergunte sobre os períodos de carência


Quando você contrata o plano, normalmente precisa esperar antes de usar todos os serviços – e isso chama carência. Por lei, você deve esperar até 24 horas para usar o plano nos casos de emergência e talvez encontre um prazo máximo de seis meses para consultas, internações e cirurgias. Sempre pergunte sobre a carência antes de selecionar o produto.

3. Informe-se sobre a cobertura do plano


Peça uma relação dos hospitais que você pode utilizar e pergunte se existe uma central de atendimento que ajuda você a encontrar clínicas próximas a sua casa.

4. Seja sincero sobre seu estado de saúde


No momento de assinar o contrato, a empresa pergunta se você faz algum tratamento constante para qualquer doença. Diga sempre a verdade, pois o período de carência pode mudar – sem contar que você corre o risco de perder o plano se a mentira for descoberta.