5 maneiras de evitar as dívidas ao entrar em um financiamento

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Comparar as taxas de juros e dizer a verdade na simulação do crédito são duas formas de manter o orçamento em dia ao financiar um bem. Saiba como evitar as dívidas neste tipo de negócio!

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Assumir uma dívida por alguns (ou muitos) anos costuma ser o caminho mais comum de quem deseja comprar um carro ou uma casa. Sim, o financiamento ajuda você a realizar os seus sonhos, mas por ser uma compra com pagamento longo, é preciso ter cuidado para não se endividar. Afinal, manter as contas da casa em dia, pagar os imprevistos que acontecem com os filhos e ainda ter a grana das parcelas exige planejamento. Confira a seguir as cinco maneiras de conquistar a casa ou o carro que você sempre quis sem entrar em dívidas!

5 atitudes para evitar o endividamento ao financiar um carro ou um imóvel

1. Declarar sua renda verdadeira na hora de pedir o financiamento

O motivo: Se você tentar comprovar uma renda maior do que ela é, corre o risco de não conseguir pagar as parcelas do financiamento. Isso pode acontecer porque o banco normalmente faz uma conta para aprovar o financiamento e libera um empréstimo com parcelas no valor de até 30% da sua renda mensal. Esse cálculo dos 30% é uma estimativa do que os especialistas acreditam ser um limite de pagamento que não fará você se endividar. Então, se você declarar uma renda maior do que tem, precisará pagar parcelas maiores e pode não dar conta disso após algum tempo.

2. Pesquisar e comparar as taxas

O motivo: Conseguir um financiamento com juros menores! Afinal, quanto maior for a taxa de juros, mais caro será o valor total do financiamento. E a única forma de saber se os juros do financiamento que você escolheu são os melhores é compará-los em diversos bancos. Nós comparamos as taxas de juros nos principais bancos do país tanto para o financiamento de veículos quanto para o financiamento de imóveis. Você pode começar por aqui e, em seguida, fazer simulações em no mínimo três bancos que cobram menos juros. Dessa forma, você aumenta as chances de fazer uma boa escolha, pagar menos nas parcelas e, felizmente, não se endividar!

3. Se possível, dar um valor alto de entrada

O motivo: No geral, os bancos exigem um pagamento anterior às parcelas que é chamado de entrada. O valor mínimo é definido na simulação e muda conforme o preço do bem e a sua renda. Mas dá para pagar nessa entrada um valor maior do que o banco pediu. E, se você tiver o dinheiro, vale a pena fazer isso para baixar os valores das parcelas e dos juros, o que fará você pagar menos no final. Quem tem direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pode usar esse dinheiro no financiamento habitacional, por exemplo. Outra forma de levantar essa grana da entrada é fazer bicos, hora extra ou até vender as férias. Que tal?





4. No caso do imóvel, trocar o aluguel pelo financiamento

O motivo: O aluguel não fica baixo por muito tempo além de ser um dinheiro que não volta mais. Então, se a grana ficar apertada, você não poderá deixar o aluguel de lado pois ficará sem um lugar para morar. Já o financiamento é mais previsível em relação ao valor das parcelas e você consegue se programar para ter essa responsabilidade por muitos anos. Além disso, se faltar grana para o financiamento, você pode transferir essa dívida e recuperar uma parte do que já pagou.

5. No caso do financiamento de veículos, fazer o pagamento em um prazo mais curto

O motivo: Se você conseguiria pagar um veículo em dois anos, mas escolhe financiar em quatro anos somente porque o banco deu essa opção, repense a sua decisão. Afinal, em quatro anos o veículo sofre uma grande desvalorização (principalmente se for um carro novo) e você dificilmente conseguirá recuperar o que pagou nos juros durante todo esse período.





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