Os códigos para preencher na Guia da Previdência Social (GPS) - Konkero

Os códigos para preencher na Guia da Previdência Social (GPS)

Descubra qual código você deve usar na GPS levando em conta a sua situação profissional, a aposentadoria que deseja ter e o valor pago todo mês.

Trabalha por conta própria ou está desempregado? Não tem jeito: você precisa pagar o INSS por você mesmo. Apesar de parecer complicado, contribuir para a Previdência Social é um processo que se torna mais fácil conforme você entende as regras e descobre qual tipo de contribuinte poderia ser.

Para isso, existem códigos de contribuição da Previdência Social que definem quanto você precisa pagar por mês e qual tipo de aposentadoria poderá solicitar. Esse número deve ser preenchido corretamente na Guia da Previdência Social (GPS) para garantir que você receba seus direitos quando precisar.

Segundo o contador Luiz Paulo Rainato, da RR Consultoria e Planejamento Contábil Ltda, existem cinco códigos muito utilizados hoje em dia.

Cinco códigos comuns para pagamento do INSS

Confira abaixo cinco códigos para recolhimento do INSS.

Código 1007 – contribuinte individual

Você pode ser um contribuinte individual usando o código 1007 se for autônomo que presta serviço para pessoa física e quer recolher 20% do seu salário todo mês.

O valor máximo dessa contribuição é de 20% de R$ 5.839,45. Ou seja, se você ganha mais do que isso, você deve continuar contribuindo com 20% desse valor. Assim, você tem direito às pensões do INSS e à aposentadoria.

Código 1163 – contribuinte individual

Também é um código para autônomos que prestam serviço para pessoa física. Nesse caso, você deve contribuir mensalmente com 11% do salário mínimo. Quem usa esse código tem direito às pensões, aos auxílios do INSS e à aposentadoria.

Código 1406 – contribuinte facultativo mensal

Se você está desempregado, é dona de casa ou estudante que ainda não trabalha, pode usar este código e ser um contribuinte facultativo. O menor pagamento será de 20% do salário mínimo (que atualmente fica em R$ 199,6) e o máximo de 20% de R$ 5.839,45.

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A contribuição nesse código dá direito aos benefícios do INSS e à aposentadoria.

Código 1473 – contribuinte facultativo mensal

Esse código também serve para estudantes, donas de casa e desempregados. A diferença é que essa contribuição deve ser de 11% do salário mínimo, que atualmente ficaria em R$ 109,78 por mês. Saiba que você terá direito aos benefícios do INSS e à aposentaria.

Código 1830 – contribuinte facultativo baixa renda

Este código vale para quem faz parte de uma família de baixa renda e esteja inscrito no CadÚnico. O contribuinte não pode ter atividade remunerada, nem possuir renda própria (como aluguel ou pensão), e a sua renda familiar deve ser de até dois salários mínimos (total de R$ 1.996). Nesse caso, você deverá pagar 5% sobre R$ 998. Então, o valor pago será de R$ 49,90. Essa contribuição dá direito à aposentadoria.

Se sua situação não se encaixa nos códigos acima, consulte a lista completa.

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Contribuinte individual X contribuinte facultativo: você sabe a diferença?

O contribuinte individual é o autônomo que presta serviço para pessoa física. Quem trabalha por conta, mas para empresas, não precisa preencher a GPS porque o cliente deve recolher o INSS para você (é descontado do pagamento do seu serviço). Mas quem trabalha para pessoa física precisa escolher um tipo de contribuição e pagá-la mensalmente.

Já o contribuinte facultativo é aquele que não tem renda própria, mas quer garantir a aposentadoria no futuro fazendo o pagamento do INSS. São os estudantes, as donas de casa ou quem ficou desempregado, por exemplo. No caso de quem perdeu o emprego, é possível começar a contribuir por conta logo no mês seguinte à saída da empresa. Ele não tem obrigação de pagar o INSS, mas escolhe fazer esse pagamento para garantir a aposentadoria.

Tem dúvidas para preencher a GPS?

Descubra quais informações inserir em cada campo da Guia da Previdência Social.