Fuja do golpe da pirâmide financeira

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Fuja-do-golpe-da-pirâmide-financeiraGanhar muito dinheiro em pouco tempo sem vender nenhum produto e com a única tarefa de indicar novos participantes. Se alguém já chamou você para participar de um grupo parecido com esse, desconfie: pode ser golpe!

Esse tipo de negócio é conhecido como pirâmide financeira e, apesar de tentador, nem sempre termina bem. Isso porque a possibilidade de o participante não lucrar e ainda perder o dinheiro que investiu é grande.



A fraude é chamada de ‘pirâmide’ por conta da forma como é criada: os membros mais antigos chamam pessoas novas, e estas devem chamar mais gente para o grupo. Todo mundo que entra paga uma taxa, com a promessa de que ganharão muito dinheiro depois.

O perigo é que o número de participantes fica tão grande que eles não conseguem mais convidar novas pessoas na mesma proporção. E aí a pirâmide quebra, dando prejuízo aos que entraram por último.

Como identificar uma pirâmide financeira

Segundo a especialista em direito penal empresarial, Sylvia Urquiza, alguns sinais ajudam a perceber o golpe – e ficar longe dele! Confira:

 – Promessa de lucro rápido. Se o negócio garante muito dinheiro com pouco investimento, desconfie. “As pessoas caem porque acreditam que terão alguma vantagem. Mas não existe ganho fácil e sem trabalho”, afirma Sylvia.

Empresa que não vende um produto ou serviço. Se o negócio que você pretende participar ganha dinheiro apenas com a entrada de novos membros, as chances de ser uma pirâmide financeira são grandes.



Negócio que investe só na entrada de novos participantes. Se o grupo está mais preocupado em aumentar o número de pessoas do que em vender ou melhorar um serviço, é outro sinal de alerta.

Falta de informação sobre a empresa. Também é importante investigar se a empresa em que você vai investir realmente existe. Peça o número do CNPJ e consulte no site da Receita Federal, clicando aqui.

O que fazer para sair do golpe



Se você percebeu que está em uma pirâmide financeira, denuncie.  Procurar uma delegacia de polícia e fazer um boletim de ocorrência é um caminho. “A vítima também pode procurar o Procon ou outro órgão de defesa do consumidor”, ressalta a advogada.

Mas, mesmo com um processo judicial, não há garantias de que o dinheiro investido será recuperado. Por isso, o melhor caminho é ficar atento aos sinais e evitar o negócio.





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