Sem trabalho e sem mesada: as moedas de troco viraram um carro!

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Conheça a história de Thiago Morales Berce, o garoto que comprou um fusca aos 10 anos usando as próprias economias

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Thiago e seu fiel companheiro: o cofrinho que, em três anos, rendeu um carro

Sabe aquela moedinha de cinco centavos que você encontra em algum canto da casa? O que você faz com ela? Thiago Morales Berce não tem dúvida: sempre pede para depositá-la no cofrinho. E, veja só: três anos depois de guardar a primeira moeda, essa determinação virou… um carro! A Konkero conversou com o “menino do fusca” que, além de dar uma aula sobre determinação, ainda mostra a você que não vale a pena desistir de nenhum sonho – não importa a sua idade!

O pai foi a inspiração

Thiago começou a guardar as moedinhas para conquistar um sonho: comprar um fusca. A vontade de ter esse carro surgiu quando o pai contou a ele que tinha comprado um fusca aos 13 anos. “Eu falei para o meu pai que também queria ter um, e ele disse ‘então você começa a guardar dinheiro para comprar o seu’”, lembra Thiago, que começou a poupar aos sete anos.

Economizando como dava

Como não recebia mesada, a ideia foi juntar todas as moedinhas que os pais não queriam. “Thiago sempre pegava o que sobrava dos nossos bolsos. E o que ele achava em cima do balcão da loja, pedia para guardar”, diz a mãe do garoto, Andréia Morales Berce, comerciante em Assis Chateubriand, no Paraná.

Foco no sonho!

Sempre que encontrava alguma moeda, o garoto pensava naquele sonho distante: comprar o Fusca. Essa era a maneira de resistir às outras compras que as crianças normalmente não dispensam. “Se eu gastasse com outra coisa, não poderia comprar o meu carro. Às vezes passa propaganda na TV de um brinquedo e dá aquela vontade de comprar. Mas se você fizer isso, você não guarda”, ensina. O controle financeiro veio de casa, resultado dos hábitos dos pais. “Nós compramos o que eles querem, mas na hora certa, conforme a necessidade, sem considerar só a vontade”, conta Andréia , que também é mãe da Thalia, de 16 anos.

Do cofrinho para o banco

Ainda melhor do que deixar o dinheiro em casa é fazer a economia render. E Thiago aprendeu isso aos sete anos. “Quando eu expliquei a ele que o dinheiro aumentava quando estava no banco, ele ficou ainda mais interessado em juntar. Então, eu abri uma poupança para ele. E ele achava o máximo dizer que tinha uma conta no banco”, lembra Andréia. Funcionava assim: Thiago guardava as moedinhas em casa e, no final de todo mês, depositava as economias na poupança. Com isso, o dinheiro sempre ia rendendo um pouquinho.



A conquista do fusca!

Foram três anos poupando até chegar aos R$ 2.500, dinheiro necessário para comprar um Fusca ano 1976. Os pais foram buscar o carro e o trouxeram sem avisá-lo. “Meu pai entrou com o Fusca e eu nem percebi”, lembra Thiago. “Quando percebi que o carro era meu, abracei meu pai e não sabia nem o que falar!”, conta.

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O Thiago ainda não tem idade para dirigir, mas o seu carro já é personalizado!

A economia continua

Essa conquista foi só o começo! Thiago continua guardando moedas e investindo na poupança, pois tem novos planos: equipar o Fusca (para quando ele puder dirigi-lo) e bancar a faculdade. E ele tem tudo para conseguir alcançar estes sonhos, você não acha?



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