De moeda em moeda

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Guardar quantias pequenas pode render muito dinheiro, sabia dessa? Conheça as histórias de quem juntou moedinhas recebidas em trocos e conseguiu realizar grandes conquistas

guardar dinheiro



O que você faz com as moedas que recebe ao comprar algo na padaria, no supermercado ou quando paga a passagem de ônibus? Muita gente não tem dúvida sobre o destino desse dinheiro: direto para o porquinho! E, de moeda em moeda, dá para juntar uma boa quantia – às vezes grande o suficiente para comprar algo que você queria muito! Quer ver só? Inspire-se com as histórias de quem realizou conquistas com o porquinho e, de quebra, aprenda quais os melhores destinos para os trocos!

Recheio de moedas

O motorista Nilton César Zello sempre preferiu comprar produtos à vista. Tanto que há três anos ele encontrou uma maneira de juntar o dinheiro que precisa: guardar só as moedas de um real em um cofrinho! “Ele deixa tudo em uma lata de panetone sem lacre porque ninguém mexe no cofre”, conta a cabeleireira Rosi, esposa de Nilton. E as economias dão certo! “No primeiro ano, ele guardou 720 reais e comprou uma televisão de 32 polegadas para a sala. No segundo ano, foram 850 reais que gastamos em outra televisão, mas para o quarto”, explica ela. Hoje, no começo de setembro, o motorista já tem cerca de 900 guardados. “Estamos pensando em comprar um jogo de quarto agora”, diz a cabeleireira.

porquinho Nilton

Nilton e Rose rechearam uma lata de panetone com… moedas de um real! E já são quase 900 reais!

Quando um não quer…

… o outro aceita! Mariana Anghinoni aproveitou a rejeição do pai pelas moedas para guardar dinheiro. “Ele me dava todas que recebia porque viajava muito e sempre acabava juntando”, conta a estudante. Um ano depois, ela já tinha uma quantidade suficiente para comprar um aparelho de som. “Foi o dia mais feliz da minha vida! Eu comprei o aparelho e ainda sobrou dinheiro”, lembra Mariana.

Porquinho Noel

Wantuir Ramos foi guardando todas as moedas de um real que recebia em troco, por exemplo, no supermercado ou na padaria. “Lembro do meu pai colocando pelo menos uma moeda no cofrinho diariamente”, conta Wivian Ramos, filha do contador. Ele conseguiu poupar cerca de 400 reais em um ano e dividiu a quantia entre os dois filhos no Natal. “Eu usei o dinheiro para pagar parte de um celular novo que eu estava precisando, e meu irmão comprou peças para o computador dele”, lembra Wivian.

Vai e volta

A conquista da estudante Raquel Lautenschlager foi comprar um presente para a melhor amiga com a economia que tinha. “Ela queria muito uma boneca que era um pouco cara, mas eu decidi dar esse presente de aniversário. Lembrei do meu cofrinho, que estava cheio porque eu tinha começado a economia meses antes daquela data. Então, quando eu abri, vi que tinha o suficiente para o presente!”, conta Raquel. A delicadeza foi devolvida com carinho! “Anos depois, ela me deu um porquinho de presente para que eu me lembrasse dela”, conta.

porquinho Raquel

O porquinho da Raquel é estampado com mensagens feitas pela melhor amiga, a Bárbara.



Filho de peixe, peixinho é

Roupas novas eram o sonho de consumo da bacharel em letras Alessandra Nogueira na adolescência. “Eu guardava tudo que ganhava da minha família, inclusive moedas de troco. Então, quando eu queria uma roupa ou um tênis novo que minha mãe não ia me dar, eu apelava para o cofrinho”, lembra Alessandra. O hábito de guardar os trocos continua, mas o destino para as economias mudou. “Estou com um cofrinho desde que casei, há dois anos, e já consegui juntar 300 reais em moedas. Ainda não sei o que fazer com o dinheiro, mas continuo economizando”, conta. “Também quero começar a arrecadar para o cofrinho do meu filho”, diz Alessandra, que está grávida de oito meses.

porquinho Alessandra

O porquinho da Alessandra, que já está pesado, fica na sala de casa e ninguém ousa mexer ali!

Porquinho torcedor

O estudante Gabriel Henrique Costa esperou oito meses para contar o dinheiro que tinha guardado. Foi uma economia de 200 reais só em moedas de troco de compras. “Conseguimos juntar muito mais do que imaginávamos. Eu e o meu irmão fazíamos essa economia juntos para comprar camisetas de futebol para a nossa coleção”, conta Gabriel. O resultado da economia? Outra camiseta oficial!

porquinho Gabriel

Gabriel e o irmão guardam as economias em um carrinho. Esse dinheiro já tem destino certo: camisetas de futebol!

Faça esse dinheiro render!

Poupar qualquer valor sem dúvida é muito importante! Porém, melhor do que guardar, é fazer essa grana render. “Junte o dinheiro no cofrinho, mas deposite-o uma vez por mês na poupança”, sugere o consultor financeiro e fundador da Konkero, Guilherme de Almeida Prado. Além de aumentar um pouco todo mês, o dinheiro fica protegido. “Usar a poupança evita roubos e furtos e reduz a tentação de mexer nesse dinheiro!”, alerta o especialista. Se ficar difícil resistir ao impulso de resgatar as economias do porquinho, que tal ter mais de um cofre em casa? “Defina em qual deles ninguém pode mexer de jeito nenhum, mas use o outro para situações emergenciais”, explica Guilherme.



Para saber mais sobre a poupança, clique aqui. Você também pode deixar as suas economias em uma previdência privada ou aplicar o seu dinheiro!

Ainda não tem moedas sobrando? Não tem problema! Você pode conseguir essa grana seguindo oito passos para começar a guardar dinheiro ou usando aplicativos que ajudam a economizar!





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