Não consegui pagar as parcelas do Minha Casa Minha Vida, e agora?

Saiba o que você pode fazer caso não consiga pagar as parcelas do Minha Casa Minha Vida.

Como ter mais dinheiro 3

O Minha Casa Minha Vida, programa do governo em parceria com a Caixa Econômica Federal, beneficia grande parte da população brasileira de baixa renda com o subsídio de até 90% do valor do imóvel que pode ser pago sem juros, dependendo de sua faixa de renda.

Mas apesar das vantagens desse financiamento, é importante tomar cuidado para manter o pagamento das parcelas em dia, afinal, atrasar as mensalidades e não resolver a situação em até 3 meses pode fazer com que o beneficiário perca o imóvel que conseguiu com o programa.

Saiba como é possível resolver a situação caso as parcelas do Minha Casa Minha Vida estejam em atraso e manter o imóvel em seu nome. Confira!

1. Procure uma empresa especializada em negociação de débitos

Entre as alternativas para quitar a sua dívida, você pode recorrer a empresas especializadas no ramo de negociação de débitos, como é o caso da Acordo Certo, parceira da Konkero que está com um projeto para reunir pessoas com dívidas no Minha Casa Minha Vida e levar esses casos à Caixa Econômica Federal a fim de conseguir boas condições de negociação.

Para participar é muito simples, você só precisa acessar o site da Acordo Certo e, no fim da página, preencher com os seus dados. Após enviar suas informações para a empresa, basta aguardar que a própria Acordo Certo entrará em contato com você para contar as novidades sobre a negociação.

2. Negocie sua dívida com a Caixa Econômica Federal

Muitas pessoas descartam essa opção por achar ser uma tentativa em vão e difícil de conseguir, mas a verdade é que a instituição financeira prefere que seja feito um acordo e você pague seus débitos de forma diferenciada do que perder um cliente.

No programa Minha Casa Minha Vida não é diferente, assim, é possível encontrar a melhor maneira para acertar a sua dívida junto a Caixa Econômica Federal, como o parcelamento das parcelas em atraso.

Nessa opção, as mensalidades atrasadas podem ser parceladas e diluídas nas parcelas futuras para que você não perca seu imóvel com o acúmulo da dívida. Mas é importante lembrar que antes de entrar nesse acordo, é necessário um bom planejamento financeiro e comprometimento para que essa dívida não acaba se tornando uma bola de neve.

3. Pague parte da dívida do Minha Casa Minha Vida usando o saldo do FGTS

O saldo disponível na sua conta do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ser usado para quitar parte da dívida com o programa Minha Casa Minha Vida. Com ele é possível pagar mensalmente por um prazo máximo de 12 meses até 80% da sua dívida.

Abatendo parte da dívida feita no financiamento do Minha Casa Minha Vida você pode manter o mesmo prazo com parcelas mais baixas, facilitando o pagamento mês a mês.

Mas lembre-se: o intervalo para a utilização desse recurso para abater as dívidas é de dois anos. Ou seja, se você retirar o dinheiro do seu FGTS para abater parte da dívida com o financiamento do Minha Casa Minha Vida ainda este ano, só poderá resgatar o saldo para os mesmos fins novamente em 2019.

4. Peça para aumentar o prazo do financiamento do Minha Casa Minha Vida

Esta opção é mais viável quando as parcelas do Minha Casa Minha Vida ainda não venceram, porém, é importante que você saiba que existe a possibilidade de aumentar o prazo do financiamento e, com isso, abaixar o valor das parcelas.

Mas é importante lembrar que aumentar o prazo do financiamento não resolve a situação em todos os tipos de financiamento, pois pode causar também o aumento de taxas cobradas junto às parcelas, como é o caso da taxa de administração, por exemplo.

Para conseguir melhores condições na negociação da sua dívida com o Minha Casa Minha Vida, conheça o projeto da Acordo Certo em parceria com a Konkero. Para participar, basta clicar aqui.

Importante!

Se a situação não se resolver em um prazo máximo de 3 meses o beneficiário pode perder o imóvel adquirido com o programa Minha Casa Minha Vida. Assim, é necessário manter as parcelas em dia ou negociar a dívida, caso haja mensalidades em atraso, para garantir que o bem permaneça em seu nome.



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