Wise Up: altas aventuras!

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Conheça a história de Flávio Augusto Silva, empresário que abriu a escola de inglês Wise Up sem falar uma palavra do idioma

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Flávio Augusto Silva nunca cursou administração nem frequentou aulas de inglês. Mas isso não o impediu de começar um negócio de sucesso nesse ramo: a rede de escolas de inglês Wise Up! Aos 27 anos, o empresário já tinha 30 unidades espalhadas pelas principais capitais do país e muita história boa para contar! Descubra como ele saiu da carreira militar e montou uma rede de escolas de idiomas que foi uma das patrocinadoras da Copa do Mundo no Brasil.

Caindo de paraquedas no inglês

Morador do bairro de Jabour, perto de Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, o sonho de Flávio Augusto Silva era ser oficial das Forças Armadas. Determinado a conquistar esse objetivo, estudou durante três anos até entrar no Colégio Naval. Em vez de se sentir realizado, Flávio percebeu que tinha mais criatividade do que era estimulado a mostrar nas salas de aula. Para explorar essa qualidade, ele decidiu mudar de área e trabalhar com tecnologia.  Então, prestou vestibular em várias universidades brasileiras e conseguiu uma vaga na Universidade de Campinas (Unicamp). Pouco tempo antes dessa mudança de cidade, Flávio conheceu Luciana, com quem é casado há 22 anos, e decidiu ficar no Rio.

Os planos mudaram e era preciso arrumar um emprego o quanto antes, em qualquer setor. Então, Flávio foi contratado pela MnemoSystem, uma pequena escola de inglês, e nem podia imaginar como esse acaso ia determinar o futuro dele. “Eu entrei na área comercial da empresa e dependia de comissão de matrículas fechadas para receber meu pagamento. Então, tive que inovar para trazer mais alunos e, assim, aumentar meu salário”, conta Flávio, que aos poucos foi subindo de cargo.

Um começo batalhador

Pouco tempo depois, sem enxergar mais oportunidades de crescimento naquela empresa, Flávio decidiu arriscar e montar um negócio nesse ramo. Foi então que a primeira Wise Up nasceu do zero, ou melhor, do negativo: Flávio estava endividado no cheque especial pagando juros de 12% ao mês! Mesmo assim, encarou o risco e usou sua experiência de vendedor para fechar matículas para a nova escola. “Eu tinha só 23 anos, mas contava com a experiência do emprego anterior na área comercial e na captação de matrículas, o que ajudou a empresa a ganhar dinheiro rapidamente”, revela Flávio. A primeira unidade da Wise Up ficava em um andar de um prédio no centro do Rio de Janeiro. Apenas três anos depois, foram inauguradas 24 unidades próprias.

Flávio era o responsável por trazer mais alunos à escola, enquanto Luciana tomava conta do caixa. As dificuldades de alugar um imóvel sem ter um fiador e matricular os primeiros alunos sem que ninguém conhecesse a WiseUp foram algumas das primeiras barreiras vencidas pelo casal.

A inovação da Wise Up: aprender inglês em 18 meses



Nos anos 90, a entrada de empresas estrangeiras no Brasil estava aumentando, então, falar inglês se tornava uma exigência do mercado de trabalho. Mas naquela época, os cursos de inglês duravam sete anos e preparavam o aluno para ser professor da língua. Uma realidade que não ajudava muito quem precisava aprender inglês para o trabalho. No entanto, o olhar empreendedor de Flávio enxergou ali uma oportunidade: ensinar inglês para o mercado de trabalho. Nesse caso, o curso deveria ter um método eficiente e inovador.

Essa estratégia de ensino foi desenvolvida por profissionais que tinham como meta levar o conhecimento necessário da língua para quem queria alavancar a carreira. Como resultado, a Wise Up lançou um curso que ensinaria inglês em 18 meses. A novidade fez sucesso e atraiu novos alunos, enquanto os concorrentes da escola de inglês criticavam esse método de ensino. “Coragem, essa é a principal característica que um empreendedor deve ter. E foi o que eu tive quando todo mundo duvidou do projeto”, ressalta o empresário.

Inglês sem fronteiras

Em 2000, a Wise Up entrou em uma nova aventura: aderir ao sistema de franquias. Com 500 unidades no Brasil, Argentina, Colômbia, México, Estados Unidos e China, a rede conta hoje com 76 mil alunos em mais de 90 escolas brasileiras.



Flávio se mudou para os Estados Unidos em 2009 e, pouco tempo depois, inaugurou o projeto Geração de Valor, um programa de orientação para jovens empresários. “Tive um desejo muito simples: compartilhar o que aprendi para ajudar quem deseja crescer profissionalmente ou com os projetos pessoais. Para isso, entrei com tudo nas redes sociais, abri uma conta no YouTube, Twitter e Facebook. Logo que comecei a produzir conteúdo, o resultado foi explosivo!”, conta o empresário. Vale a pena acompanhar estes canais para conhecer um pouco mais sobre o empreendedor!

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