Você sabe o que é o refinanciamento imobiliário?

Entenda as regras deste empréstimo, saiba quem consegue a aprovação e descubra qual valor costuma ser liberado pelos bancos.

Refinanciamento-imobiliário

Apesar de não ser tão conhecido, o refinanciamento imobiliário costuma ajudar quem procura empréstimos com juros mais baixos. Os valores cedidos pelo banco costumam ser altos e o prazo de pagamento pode durar mais de 10 anos.

Trata-se de um empréstimo bastante específico, pois caso você não consiga pagar as parcelas, o banco poderá tomar o seu imóvel. Por isso, é interessante avaliar em que condições essa é a modalidade de crédito ideal. Descubra a seguir quais são as principais regras do refinanciamento e quando se deve usar esse crédito.

Como funciona o refinanciamento imobiliário

Para conseguir o empréstimo com garantia de imóvel é necessário ter algum imóvel registrado em seu nome. O valor do financiamento pode chegar a 60% de quanto custa o imóvel. Ou seja, se sua casa vale R$ 200 mil atualmente, alguns bancos liberam um refinanciamento de até R$ 120 mil. Além disso, como o imóvel será a garantia, o banco tem uma segurança maior de que você não atrasará o pagamento das parcelas e cobra taxas menores pelo dinheiro.

O refinanciamento imobiliário é uma hipoteca?

Sim. A diferença é que, na hipoteca comum, o imóvel que está sendo financiado entra como garantia do próprio pagamento. Já no refinanciamento imobiliário, o consumidor é dono de um imóvel e decidiu usar esse bem como garantia do empréstimo. No entanto, o dinheiro pode ser usado com outra finalidade.

Qualquer dono de imóvel consegue o refinanciamento imobiliário?

Não necessariamente. Em primeiro lugar, você precisa ter um imóvel no seu nome e que esteja regularizado com matrícula. Ou seja, não pode ser um imóvel que tenha somente um contrato particular. Donos de imóveis registrados como bem de família ou em processo de inventário também não costumam conseguir o crédito.

Além disso, os bancos levam em conta a sua renda para verificar se você terá capacidade de pagar as parcelas. Afinal, a intenção não é tomar o imóvel, mas garantir que você quitará a dívida. No empréstimo com garantia de imóvel, é possível comprometer no máximo 35% da renda mensal.

O banco também faz uma avaliação da casa ou do apartamento para definir o valor que emprestará. Isso significa que nem sempre o empréstimo será o que você pediu ou precisa. Imóveis em fase de construção e reforma ou localizados em áreas de risco, por exemplo, podem passar por dificuldades para ter o refinanciamento liberado.

Onde contratar o empréstimo com garantia de imóvel?

Diversas instituições oferecem esse tipo de crédito e, com isso, as condições variam de um banco para o outro. Lembre-se de comparar as condições oferecidas e escolher principalmente a que tiver a menor taxa de juros, afinal, quanto menor a taxa, menos você pagará ao final do empréstimo.

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Quem está negativado pode fazer o refinanciamento imobiliário?

Algumas financeiras liberam o refinanciamento mesmo para quem está com o nome sujo, mas fique atento: os juros costumam ser mais altos nesse tipo de operação. Saiba que também é possível refinanciar um veículo alienado, ou seja, que ainda não foi quitado na concessionária, mas fique atento às condições oferecidas pelos bancos.

Quando pedir o refinanciamento imobiliário

A taxa de juros é mais barata do que na maioria dos empréstimos, portanto, pegar esse crédito pode ser uma boa opção se você tem outra dívida com juros mais altos, como o cheque especial ou cartão de crédito. Assim, você pega o dinheiro do refinanciamento, paga sua dívida e fica com as parcelas do refinanciamento, gastando menos com juros.

Precisar de dinheiro para investir na sua empresa ou ampliar o negócio são dois exemplos de situações em que você pode recorrer ao refinanciamento. O retorno financeiro que estas melhorias podem trazer ajuda no pagamento das prestações do refinanciamento.

Documentos necessários para o refinanciamento imobiliário

Confira abaixo quais são os documentos que os bancos costumam pedir na hora de fechar negócio. Lembrando que isto não é regra, pois pode ser que outros documentos também sejam necessários.

Cliente: cópia do RG e do CPF, comprovante de renda e de residência.

Imóvel: Certidão de Matrícula do Imóvel (documento que contém o registro da propriedade no nome do cliente), cópia da capa do Imposto Sobre Território Urbano (IPTU) que informa o endereço e as áreas do imóvel, e Certidão Negativa de Tributos Imobiliários (documento fornecido pela prefeitura que garante a regularidade no pagamento dos impostos).

Fique atento!

Está com dificuldade de pagar as parcelas? Tente uma negociação com o banco! O imóvel foi dado como garantia e o banco tem o direito de tomá-lo se as prestações não forem quitadas. No entanto, o interesse dele é que você pague a dívida. Por isso, se a parcela começar a comprometer o seu orçamento, converse com o gerente para negociar um novo pagamento – que pode ser um prazo maior ou uma alteração da taxa de juros.

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