Penhor: como e onde fazer

Um guia completo sobre a penhora de bens para você saber quando procurar esse crédito e quais cuidados deve ter ao contratá-lo. 

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Uma alternativa rápida e pouco burocrática para quem precisa de grana é o penhor ou penhora de bens. Sem precisar comprovar renda e com uma liberação quase imediata do dinheiro, esse tipo de empréstimo costuma ser uma das opções para quem precisa quitar dívidas com urgência. Apesar dessas vantagens, você precisa tomar alguns cuidados. Por exemplo, procurar uma casa de penhor confiável e pagar a dívida no prazo para não perder o bem que deu como garantia.

Entenda mais sobre a penhora e veja se é vantajoso pra você apresentar um bem para conseguir dinheiro extra.

O que é a penhora de bens

Você leva joias ou bens com um valor mais alto para uma casa de penhor regulamentada e recebe dinheiro em troca – que costuma ser de até 85% do valor do objeto que você entregou. Esse empréstimo sai na hora, mas o bem deixado ali será usado como garantia. Isso quer dizer que você só recupera este objeto quando pagar toda a dívida. No caso do penhor feito pela Caixa Econômica Federal, você deve quitar o empréstimo de uma única vez para pegar de volta o objeto penhorado.

As três etapas para penhorar um bem

1. Encontrar um lugar confiável para fazer o penhor

Existem diversas casas de penhor no Brasil. Algumas são especializadas em joias. Se você optar por uma casa de penhor menos conhecida, confirme que o local é regulamentado e evite problemas futuramente. Outra opção bastante conhecida para fazer o penhor é a Caixa Econômica Federal.

Penhor na Caixa Econômica Federal

O local mais conhecido para penhorar os bens é a Caixa Econômica Federal. Além de ter a credibilidade do banco, os empréstimos podem chegar até 130% do valor da peça para clientes antigos que nunca atrasaram o pagamento dessa dívida. Clique aqui e descubra a agência mais próxima.

2. Levar a documentação necessária para fazer o penhor

Assim que você mostra quais os bens dados como garantia do dinheiro, a casa de penhor fará uma avaliação do valor do empréstimo que pretende liberar. Quando chegarem a um acordo, apresente RG e CPF e preencha um formulário declarando que as peças não são roubadas. Como normalmente não é feita análise de crédito de quem está levando os bens, você consegue esse dinheiro mesmo estando negativado. Apesar disso, é preciso estar regularizado na Receita Federal, ou seja, ter o pagamento de impostos em dia. Caso contrário, o dinheiro não será liberado.

3. Ter a liberação do dinheiro aprovada do penhor

Depois que as joias são avaliadas, o dinheiro é liberado na hora. No caso da Caixa, se você já realiza a penhora de bens há mais de um ano sem atrasar nenhum pagamento, talvez consiga um empréstimo de até 130% do valor da peça. Mas quem penhora pela primeira vez consegue um crédito de até 85% do valor total do bem.  Vale saber que a quantia mínima emprestada é de 10% do valor total do objeto.

Quando vale a pena fazer um penhor

A taxa de juros do penhor costuma ser menor do que em outros tipos de empréstimo e, geralmente, não passa de 2% ao mês. Mas ela varia conforme o prazo de pagamento que você escolher, que pode ser de um a quatro meses. Se você não quitar a dívida dentro do tempo combinado, as peças irão para leilão e você perderá esse objeto.

Segundo a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci, “a penhora de bens pode ser indicada para quem está passando por uma dificuldade momentânea, principalmente por conta do curto prazo de pagamento dessa dívida. Mas certifique-se de que você pode dar esse bem como garantia e pagar o empréstimo depois. Caso contrário, o risco de perder a peça é muito grande”, explica.

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Quanto vale o seu bem

Você sabe como é definido o valor do produto penhorado? Não é levada em conta a aparência da peça, mas o peso em metal precioso que ela tem. Por isso, você não precisa se preocupar se a corrente está quebrada e se a joia está gasta ou tem pedras soltas, pois essas características não vão influenciar no valor da peça. Na avaliação, a casa de penhor também considera a cotação de ouro no mercado naquele momento e outros aspectos valorizados em leilões, como a idade da peça.

Joias, metais nobres e pérolas são os itens mais usados na hora de fazer o penhor. Mas estas casas só aceitam peças em ouro com menos de 12 quilates caso apresentem valor histórico ou artístico. Já relógios e canetas, por exemplo, só valem um empréstimo quando têm um valor maior.

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Guilherme Prado: graduado e mestre em administração de empresas pela EAESP-FGV. Empreendedor há 21 anos, escreve sobre finanças pessoais há 8 anos.

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