Onde investir dinheiro com segurança: confira! - Konkero
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Onde investir dinheiro com segurança: confira!

Os investimentos em renda fixa são as opções mais indicadas para quem prioriza a segurança na hora de investir. Entenda mais sobre essas aplicações!

Fazer um investimento pode ser muito proveitoso, uma vez que traz rendimentos sobre a quantia aplicada para o investidor. Alguns fatores que interferem no rendimento são o tamanho da quantia aplicada e também o prazo que o dinheiro fica rendendo, além da rentabilidade.

Este último fator, a rentabilidade, pode ser maior ou menor de acordo com o tipo de investimento. Aplicações de maior risco, como ações na Bolsa, ofertas públicas e COE (Certificado de Operações Estruturadas), tendem a ter uma rentabilidade maior do que as de baixo risco, como os títulos do Tesouro Direto, Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio (LCI e LCA), CDB (Certificado de Depósito Bancário) e os outros investimentos em renda fixa.

Embora ofereçam uma rentabilidade baixa, o ponto forte das aplicações em renda fixa é a segurança, e esse é um dos fatores que fazem com que elas sejam as mais indicadas para quem está começando a investir. Mesmo não tendo um rendimento tão alto, ela preserva a quantia inicial do investidor, não permitindo que ele se prejudique perdendo dinheiro – o que pode acontecer em aplicações de risco maior.

Entenda agora onde investir o seu dinheiro com segurança e não correr risco de perder dinheiro.

Investimento: onde investir com segurança

As melhores opções de investimentos seguros são os de renda fixa, pois permitem que os investidores tenham uma ideia de qual será o seu rendimento antes de aplicar e, assim, multipliquem a sua quantia, para depois, investir em aplicações mais arriscadas. Ou seja, eles são os mais indicados para quem não abre mão da segurança, mesmo que a rentabilidade seja mais baixa.

Em investimentos de alto risco, o investidor pode ter uma rentabilidade maior, porém, corre o risco de perder dinheiro. Isso não acontece nos investimentos de renda fixa, pois eles garantem o que foi investido – na pior das situações, o aplicador pode ficar sem o rendimento, mas não perde o que foi investido inicialmente.

Além disso, a maioria das aplicações em renda fixa é assegurada pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante a restituição de até R$ 250 mil por CPF no caso da falência da instituição onde você investiu.

Vale saber que quem investe em renda fixa empresta a quantia aplicada para determinado setor, que paga a dívida com juros, por isso o rendimento. Assim como você paga juros ao banco quando pega um empréstimo, quando você investe em renda fixa e empresta para outras instituições, você também recebe com juros.

Veja abaixo quatro tipos de investimentos em renda fixa para aplicar com segurança e não correr riscos.

Investimentos em renda fixa: 4 tipos

1. LCI e LCA

O LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e o LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são muito semelhantes, se diferenciando apenas no objetivo do investimento. O LCI financia negócios do setor imobiliário, enquanto o LCA financia atividades no agronegócio.

As taxas de rentabilidade, a maneira de investir e demais características são bem semelhantes, quase não fazendo diferença para o investidor. O que fará com que o interessado aplique em LCI e não em LCA ou vice versa são as condições do investimento apresentado pela corretora e as preferências do investidor: prazo, rentabilidade, entre outras.

Assegurados pelo FGC, o LCI e LCA são isentos de impostos, o que significa um ganho maior para o investidor, mas não têm liquidez diária, isto é, não permitem que o investidor faça o resgate a qualquer momento, devendo aguardar pelo vencimento do título.

2. CDB

O CDB é o Certificado de Depósito Bancário e consiste no financiamento de atividades de bancos, como pagamento de dívidas, projetos de expansão, entre outros. Este tipo de investimento pode ser prefixado, pós-fixado ou híbrido.

A primeira modalidade, prefixada, define uma taxa específica para a rentabilidade da aplicação, se mantendo até o final. Assim, é possível saber exatamente quanto será o seu rendimento.

Já a segunda modalidade, pós-fixada, tem a rentabilidade dependente de uma taxa já existente na economia, como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). Essa taxa acompanha a taxa básica de juros, a taxa Selic, que pode variar a cada 45 dias, o que faz com que a rentabilidade se altere.

O CDB híbrido é aquele que acompanha a inflação e tem duas taxas para rentabilidade: uma fixa e uma variável. Dessa forma, parte do lucro é conhecido, enquanto a outra parte pode variar para mais ou para menos, dependendo da inflação.

Além disso, o CDB é garantido pelo FGC, não é isento de impostos e pode ter liquidez diária ou não. Portanto, atente-se na hora de escolher o seu título e saiba qual a sua liquidez, para não se prejudicar na hora do resgate.

3. LC

Muito semelhante ao CDB, a Letra de Câmbio (LC) é um empréstimo para empresas menores que bancos, como as financeiras. Sua rentabilidade funciona da mesma forma – as letras podem ser prefixadas, pós-fixadas ou híbridas – e a aplicação também é garantida pelo FGC, porém, não tem liquidez diária. Ela também não conta com a isenção de impostos.

4. Poupança

Apesar de ser um investimento seguro e protegido pelo FGC, a poupança é a aplicação menos indicada entre os demais investimentos de renda fixa. Isso acontece porque a sua rentabilidade é muito baixa e, apesar de ter liquidez diária, o investidor deve aguardar o aniversário da poupança para ter acesso ao rendimento; o resgate antes do aniversário faz com que o rendimento não seja aproveitado, uma vez que ele só fica disponível um mês depois do primeiro depósito.

E o Tesouro Direto?

Os títulos do Tesouro Direto também são investimentos em renda fixa seguros, porém, não têm a garantia do FGC. No entanto, isso não faz com que ele seja menos seguro do que os outros, uma vez que se trata de um empréstimo para o governo federal.

O governo é o maior órgão da economia, o que faz com que a sua falência seja muito menos provável do que a de outras instituições financeiras. Além disso, um calote traria consequências graves para a economia do país, o que faz do governo um pagador que não deixa os seus credores na mão. Clique aqui e saiba mais sobre o Tesouro Direto.

Há ainda outros tipos de investimentos em renda fixa, como debêntures e CRI e CRA (Certificado de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio), porém, eles não são assegurados pelo FGC. Mesmo assim, são mais seguros do que as aplicações de renda variável.

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