5 investimentos seguros para aplicar seu dinheiro

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CDB e Títulos Públicos são algumas das opções menos arriscadas para fazer seu dinheiro render. Entenda como estas e outras três aplicações funcionam

Investimentos seguros



Começar a investir pode parecer arriscado, principalmente porque ninguém quer perder dinheiro à toa. Algumas aplicações têm risco, como a compra de ações, porque você não consegue prever se terá prejuízo, mas existem investimentos que dificilmente farão você perder dinheiro. E eles podem ser uma boa opção se você tem um perfil de investidor conservador e está começando neste mercado. Conheça a seguir quais aplicações fazem seu dinheiro aumentar sem trazer grandes riscos.

5 investimentos seguros

1. Poupança

Quase não tem riscos, pois você só perde o dinheiro depositado se o banco falir. E, mesmo que isso aconteça, ainda existe uma proteção dada pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que faz um reembolso de até 250 mil reais para o titular da poupança. Quem nunca investiu e tem uma grana sobrando, pode começar por aqui. Com 100 reais, por exemplo, você abre a sua conta e só precisa continuar com os depósitos mensais, se possível. O dinheiro que você ganha ao investir na poupança é pouco quando comparado a outros investimentos, mas compensa abrir uma conta do que deixar a grana parada em casa. Na dúvida, entenda como funciona o rendimento da poupança.

2. Títulos Públicos

São ideais para quem está começando a investir e podem ser adquiridos a partir de 30 reais, dependendo da corretora ou do banco. Se comprados no Tesouro Direto, por exemplo, os Títulos Públicos têm a garantia do Governo Federal – e isso torna a aplicação segura e muito procurada. “Entende-se que o Governo não vai quebrar, pois a dívida pública no Brasil ainda é pagável”, explica Silvio Paulo Hilgert, diretor Acadêmico da XP Educação e Sócio da XP Investimentos Holding.

3. Certificados de Depósitos Bancários (CDB)

Funcionam como um empréstimo que você faz ao banco e que rende o pagamento de juros. “Para o investimento valer a pena, o ideal é começar em cinco mil reais”, indica Silvio. No entanto, você consegue comprar um CDB com qualquer valor, pois não existe uma aplicação mínima. Esse investimento é considerado seguro porque está disponível nos principais bancos – e a chance de um banco grande quebrar é pequena. Quem compra um CDB também está protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e poderá receber até 250 mil reais se o banco quebrar. Tire mais dúvidas sobre o CDBs clicando aqui.

4. LCI e LCA

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e as Letras de Crédito Agronegócio (LCA) são vendidas por instituições e bancos maiores. Os investidores que optam por essas aplicações também estão protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito, o que aumenta a segurança do investimento. Quem quiser começar com a LCI precisa desembolsar no mínimo cinco mil reais. Já uma LCA, do Banco do Brasil, por exemplo, tem a aplicação inicial de 30 mil reais.

5. Fundos Referenciados DI

Quem escolhe entrar em Fundos Referenciados DI investe em aplicações que não têm taxa fixa. Isso significa que você não sabe qual será o lucro da sua aplicação, pois ela pode crescer muito ou não. Uma vantagem desse tipo de fundo é a variedade de aplicações, pois isso aumenta as chances de ter lucro.



Você pode comparar a rentabilidade de investimentos seguros na calculadora da revista Exame. Mas lembre-se de escolher sua aplicação levando em conta quais trarão o dinheiro que você precisa e os riscos que existem nesse processo.

Entenda o Fundo Garantidor de Crédito

O FGC é uma empresa que oferece segurança financeira para certos tipos de investimento. Por exemplo, quem faz depósitos na poupança tem um CDB não corre tanto risco de perder o dinheiro aplicado porque, se o banco ou a empresa quebrar, o FGC pagará um valor máximo para cada investidor. Entre os investimentos que esse fundo cobre estão a poupança, o CDB, os depósitos em conta corrente, conta salário e conta que recebe pagamento de aposentadoria, pensão e similares, além das letras de câmbio, letras imobiliárias, letras hipotecárias, letras de crédito imobiliário e letras de crédito do agronegócio.

Por outro lado, você não tem direito ao FGC se fizer uma previdência privada, comprar um título público ou investir em ações, por exemplo. Na dúvida, pergunte se a aplicação que você escolheu tem a garantia do FGC.

E se o banco ou a corretora quebrar?

Quem fez um investimento protegido pelo FGC terá um reembolso de até 250 mil reais. Mas no caso das aplicações sem essa segurança, não tem o que fazer: você perderá o dinheiro. Além disso, existe outra possibilidade que prejudica até os investimentos protegidos pelo Fundo Garantidor de Crédito. Isso acontece quando você fechou uma aplicação com a corretora e transferiu o dinheiro para eles, mas esse valor ainda não foi aplicado. Nesse caso, o dinheiro não entrou no sistema do FGC e, por isso, você sairá no prejuízo se a corretora quebrar nesse momento. “Mas se a corretora quebrar, é mais comum que ela seja comprada por outra. E esta passará a distribuir e cuidar dos ativos que foram vendidos”, diz André Morais, analista da corretora Rico.

Não caia em golpes

Procure ter certeza da seriedade da corretora ou do agente de investimento antes de fechar qualquer acordo. Esse profissional precisa ter um cadastro na associação nacional das corretoras, a Ancord. Então, se você entrar em contato com a associação e informar nome e CPF do agente autônomo, saberá se pode confiar nesse profissional.



Outra forma de verificar a seriedade do trabalho dele é procurar pelo registro do agente no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ao acessar essa página, procure pela área chamada Acesso Rápido e clique em “agentes autônomos”. Essa consulta informa se o agente trabalha para alguma empresa ou como autônomo.

Antes de começar a investir, tire cinco dúvidas comuns sobre aplicações financeiras!





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